Pecar é um hábito

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Este pecado já escravizou minha alma a tal ponto, que não posso mais frequentar a Igreja, nem comungar. Não posso nem mesmo fazer como outros, que acreditam possuir uma espécie de natureza imutável, e por isso julgam-se desculpáveis; porque ao contrário, sei que o meu pecado É UM HÁBITO, semelhante a um vício, e o que busco nele não é o afeto, ou o amor, como aqueles que buscam aprovação, casamento; eu busco apenas o prazer e da maneira mais predatória possível, de preferência, buscando pessoas vulneráveis socialmente, para aliciá-las. Já tentei terapia e obtive algum sucesso temporário, mas como trata-se, na minha consciência, de um problema espiritual, que envolve a recusa em sacrificar o prazer egoísta como ilusão do velho homem a ser abandonada; para viver a vida nova do Filho de Deus, meditando, orando, e me abrindo ao perdão e à cura; preciso criar coragem de me confessar, pois sei que a infinita misericórdia de Deus poupou-me até hoje para isso, para que eu seja de fato arrependido e possa finalmente viver. Porque esta vida que eu tenho vivido é morte. E Deus não quer a morte do pecador, mas que se arrependa e viva. Confesso aqui o meu pecado e sinto-me feliz porque sei que já sou perdoado. Entrego-me tão somente aos méritos redentores infinitos de Jesus Crucificado e Ressuscitado, para que receba a graça de não desejar mais cometer estes pecados, evitar as ocasiões e as más companhias, fugir das oportunidades, e praticar atos de amor e misericórdia incondicionais, servindo ao próximo, à humanidade, libertando-me da escravidão desse insano egoísmo. Arrependo-me de todo coração, não por mim mesmo, mas pela Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo e pelo Espírito Santo. E imploro humildemente a absolvição do meu pecado e a penitência que me for destinada. Assim Seja.

 

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