Sexo com amigas casadas

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Olá, sou do Rio de Janeiro, casado, tenho um relacionamento bacana, dois filhos e me considero uma pessoa normal.
Quando era solteiro, saía com muitas mulheres, mas tudo sempre dentro da normalidade.
O relato que vou fazer, aconteceu há dois anos.
Eu sou massoterapeuta e tem muitos clientes que atendo a domicílio.
Não sou mais um garotão, tenho 45 anos, grisalho, corpo bem cuidado pois gosto de caminhar e jogar minhas peladas de final de semana.
Em um certo atendimento que fiz na Barra da Tijuca, minha cliente que vou chamar aqui de Ana, uma morena, 1.65 de altura, cabelos negros, uns 32 anos e casada com um oficial da Marinha Mercante, me ligou para indicar uma amiga que estava precisando de uma sessão de massagem.
Ela disse ter me recomendado porquê esta tal amiga, que vou chamar de Debora, era bióloga, e toda vez que viajava chegava com os nervos em frangalhos.
Lógico que topei, até por se tratar de uma indicação de um cliente que eu já atendia a um bom tempo.
No dia e hora marcados, eu estava na porta de Debora em um apartamento no Atlântico Sul. Toquei a campainha e uma morena de traços orientais me atendeu.
– Você é o …? muito prazer, a Ana falou muito bem dos seus serviços.
Agradeci com um sorriso de satisfação, e ela então me convidou para entrar.
Me pediu desculpas pela bagunça, pois havia acabado de chegar de viagem, e disse que iria colocar uma roupa leve e pegar uma toalha.
Fiz um sinal de positivo e comecei a montar a maca de trabalho na sala. Percebi que no banheiro social havia um som de chuveiro ligado, o que me fez entender que havia outra pessoa no apartamento. Pensei ser o marido dela, não liguei e continuei a montagem.
Minutos depois, Debora me aparece de toalha branca, amarrada do tronco para baixo até as suas coxas. E que coxas…rs
Pedi para que ela deitasse na maca, liguei meu portátil com um som agradável de cachoeiras e dei início a sessão de massagem. Realmente ela estava com os nervos todos presos e rijos. Com o passar do tempo ela começou a gemer baixinho, elogiar a massagem e vez em quando ela dava um jeito de encostar o braço ou a mão eu meu membro.
Sou muito profissional, me controlo muito, pois dependo do meu trabalho para sustentar minha família. Isso sem contar do medo que uma fama ruim pode fazer ao meu trabalho.
Mas, como as encostadas estavam aumentando, não pude evitar uma ereção.
Quando Debora percebeu, olhou atentamente para “ele”, analisando o tamanho e a grossura e depois me olhou com um sorriso.
Eu pedi mil desculpas, disse que nunca tinha acontecido isso antes e tal mas, ela me interrompeu, levantou da mesa e deixou a toalha cair, revelando um corpo maravilhoso. Estava completamente nua.
Disse que precisava me conhecer, porque Ana falava muito bem de mim para ela e elogiava muito o meu membro.
Então eu perguntei a ela porque Ana fez tais elogios, já que nunca aconteceu algo assim com ela.
Debora, ali na minha frente, completamente nua me diz com um sorriso muito safado:
– Acho melhor você perguntar para ela pessoalmente.
Neste momento Ana sai do banheiro social, também completamente nua, não disse uma palavra, veio direto em minha direção e começou a esfregar aquela bundinha em meu membro.
Parecia coisa de filme, aquelas lindas mulheres me seduzindo em plena quarta feira a tarde.
Disse que aquilo não era legal, que era casado. Ana que já estava com meu membro em sua mão disse…”todos nós somos”, aí já foi.
Bom, não sou de ferro! me entreguei a situação.

Ficamos nesta festa até as 19:00 horas, quando tive que ir embora.
Me senti o pior dos homens por trair minha esposa, passei meses em depressão.
Com o tempo, esta depressão passou, mas penso sempre nisso.
E o pior de tudo, é que sempre que lembro fico com tesão.
Os meses seguintes, não aconteceu mais nada. Mas, ando percebendo que boa parte das clientes mulheres que tenho, sempre arranjam um jeito de me bolinarem.
Me pergunto então, se isso sempre aconteceu e eu não percebia, ou pelo fato do acontecido, eu estar imaginando coisas.

 

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