Desabafo: Incesto materno real!

Bom, até o momento não tive coragem de pensar sobre o que aconteceu, embora o fato nunca sai da minha mente há duas semanas (data de quando ocorreu), desde quando saí de casa. Tá difícil encarar os conhecidos, é uma culpa avassaladora e estou bem confuso, mas preciso colocar isto para fora! Escolhi este site porque nem todos acharão que a historia é mentirosa, que é só uma invenção para a excitação, e não é! não posso dizer os nomes, é regra do site, mas gostaria de dizer, ninguém acreditaria mesmo!

Bem… Meu nome é T****, tenho 26 anos e sou um homem considerado bonito, na minha adolescência cheguei a ser modelo. Tenho 1,95cm, pele branca, cabelos castanhos e olhos verdes. Meu corpo é musculoso, porem harmônico, é o que se chamava antigamente como “atlético”; é o que minha mãe sempre diz: “você tem um corpo atlético” ( e ela tem 46 anos). Meus pais são e sempre foram pessoas muito bonitas. Meu pai tem 189cm, é holandês, olhos azuis, loiro… Já minha mãe é a típica brasileira: pele parda, cabelo pretos, logos, cacheados, b***** extremamente avantajado, 1,58cm de altura (ela é baixinha, principalmente perto de mim). Ela costumava brincar sobre como um cara tão grande saiu de dentro dela. Costumava, porque não nos falamos mais!

Há mais ou menos um mês eu quebrei a perna no trabalho, numa obra (sou engenheiro), um acidente de trabalho em função de uma falta de atenção minha. A fratura foi feia, ficar de molho foi inevitável e era recomendação médica evitar colocar peso sobre a perna fraturada (evitar ficar em pé, andar, então, usar a perna normalmente). Não me restou nada além de ficar em casa, na cama, e se eu não morasse com minha mãe, teria que contratar uma enfermeira. Logo quando me levaram para casa vi esta vantagem de ter escolhido morar com a mamãe.

Desde que cheguei da casa do meu pai, onde morei três anos, preferi morar com minha mãe, porque minha irmã casou há dois anos e mora em outro estado e minha mãe não trabalha, não precisa mais (em função de herança) e concluí que ela ficava muito só. Não posso afirmar, mas até onde sei, minha mãe não tem ninguém há pelo menos dez anos! E suas amizades se resumem as mulheres do condomínio que são da mesma paroquia que ela. É muito religiosa a Dona J******, católica praticante. Na verdade, não me lembro de tê-la visto com outro homem desde a separação do meu pai.

Eu tive uma família muito bonita até o divorcio dos meus pais, coisa que nunca entendi bem o motivo. Era uma família tradicional, cheia de valores e regras e estas não deixaram de existir após a separação. Lá em casa não tinha isto de criação liberal, acho que a ultima vez que vi minha irmã caçula nua, ela tinha um ano, meu pai, nossa, nunca vi! No máximo o vi de sunga na praia. Ao contrario dos meus amigos, nunca houve surpresas sexuais na nossa casa, nunca flagrei meu pai e minha mãe em relações e nunca ouvi barulhos que remetessem a isto. Sexo, entre nós era tabu e a rigidez era tanta que desconfio que minha irmã casou virgem… Mas tanto eu, quanto ela, sempre tivemos muita curiosidades sexuais, tanto que minha vida sexual sempre foi confusa, não de orientação sexual, mas de predileções. As namoradas sempre estranhavam minhas fantasias e sempre me consideraram obsessivo e compulsivo. Eu perdi a virgindade tardiamente em função de tanta repressão, foi aos 22 anos.

Mas este último mês virou minha história vida ao avesso e confesso pensar em suicídio. Tudo graça a esta fratura ou com vergonha de admitir, a um tesão doente.

Em casa, engessado, acabei por ficar na dependência da minha mãe, que desde quando cheguei acidentado fez de tudo para minha recuperação e conforto. A situação era bem limitante em relação a isto, porque a imposição de repouso me impedia até de fazer uma higiene adequada, a sensação de tomar banho já não seria possível, fora o estresse de ficar na cama o dia todo vendo a vida passar. Mas no hospital, me recomendaram a higiene com pano molhado, tomar “banho de pano”. Quando ouvi isto pirei, uma das coisas que mais gosto é a sensação do banho! Mas fazer o que, era isto ou ter a recuperação prejudicada, mas tirando esta dificuldade do banho, a alimentação era ótima, comer deitado era muito bom.

Depois do quinto dia, a impossibilidade da situação pesava e não aguentava mais, era angustiante e ao perceber isto, minha mãe resolveu dar a sugestão de colocar uma cadeira de plástico no chuveiro e enrolar a perna num plástico. Ir até lá não seria difícil, porque minha cama era relativamente perto da entrada do meu banheiro. E foi exatamente isto que comecei a tentar fazer e já no primeiro dia foi um desastre, porque me desequilibrei, quando apoiei a perna ruim, enfim, não rolou! Nem mesmo a sensação de tomar banho foi conseguida, não conseguia me ensaboar direito, não funcionou, mas ainda sim insisti mais três dias e voltei depois a pedir a Dona J****** para preparar o pano molhado.

Eu andava muito angustiado e toda mãe conhece muito bem o filho e sofre com uma tristeza como aquela, ela ficava tentando me distrair, melhorar meu humor, mas era muito difícil algum resultado. E foi aí que ela teve um ideia após me ouvir falar que trocaria tudo por um banho de verdade. Ao ouvir a frase, minha mãe se propôs a ajudar no banho, o que me fez ter uma crise de risos e ela também. Parecia improvável, primeiro pela diferença de tamanhos, depois pelo pudor extremo da minha família. Lógico que era uma brincadeira! Mas para minha surpresa, não era. Minha mãe então disse: “Olha T****, a gente pode entrar no box, e vc coloca o gesso enrolado no plástico apoiado num banquinho e fica em pé sobre a outra perna e se apoia em mim”. Aquilo, apesar de estranho parecia que daria certo, e no mesmo instante perguntei se poderíamos tentar naquele momento, ela disse que sim (eu estava louco por um banho de verdade). Então ela preparou o banheiro e eu fui até lá com ajuda dela e simulamos primeiro se haveria equilíbrio, se era viável, e foi. Realmente daria certo.

Eu estava de samba-canção e não teria a possibilidade de tirá-la, não por resistência minha, mas porque, pensava eu, minha mãe jamais sujeitaria-se a isto, me ver nu lá. Mas situações extremas relevam coisas improváveis, foi da boca dela que que saiu: “Tira esta cueca Thiago! Depois disto tudo vai tomar banho de bermuda?” Na hora foi tão surpreendente que e ao mesmo tempo tão carinhoso que só pude concordar e rir. Então ela me mandou ir tirando a roupa que ela iria pegar a toalha e o plástico para o gesso. Na hora não pensei em nada, foi tão natural, que assim que ela saiu do banheiro eu tirei a samba-canção e me dirigi a posição no banheiro onde ficaria no banho.

Levou cinco minutos para minha mãe retornar e foi uma surpresa mutua quando trocamos olhares lá no banheiro, quando ela entrou, ambos não conseguíamos esconder o espanto. Eu não podia crer em como minha mãe estava e ela me via nu depois de duas décadas sem fazê-lo. O constrangimento era grande e misturado com uma série de sentimentos. Minha mãe estava de calcinha branca, uma do tipo grande e sutiã. Foi impossível não fixar meus olhos no sexo da minha mãe que criava um volume imenso na calcinha. Não eram pelos! O rachado entre o tecido apontava para uma p****** depilada e muito inchada, e aquilo me desconcertou de tal maneira que foi inevitável uma ereção, na verdade ela aconteceu sem minha percepção, já que meus olhos estavam fixados no volume da calcinha.

Aquele silêncio foi rompido quando uma frase gelou minha espinha, com uma voz contida, hesitante, minha mãe com o olhar fixo em mim, disse: “Thiago… quantos centímetro ele tem?” Aí percebi: eu estava ereto, com meu membro latejando e começando a gotejar! Paralisei. Ela não tirava os olhos dele e aquilo me perturbou muito e desviei o olhar. Ela também desviou o dela e mudando de assunto com extremo desconforto explicou que precisaria estar de calcinha pois o lugar que ocuparia no banho a molharia por completo (o que era verdade). Ainda desconcertado, preferi pensar em outras coisas e logo a ereção cedeu, mas ao se aproximar, estendendo as tolhas de costa, pude mirar seu corpo inteiro. Como eu já tinha dito, minha mãe é a típica brasileira: pele parda e um b******* imenso e nos seus atuais 46 anos, com celulite e caído, sabe, aqueles b****** redondos, grandes e caídos! Mas uma cintura fina e um corpo magro da cintura para cima, seios bem pequenos.

Nunca havia visto com tanto detalhes o corpo dela, ou vi há tanto tempo que não tinha acesso a detalhes nas lembranças. Provavelmente se algum dia vi foi numa infância imemorável.

Ela logo tomou o lugar dela, me apoiando ao lado e ligamos o chuveiro. O plano havia dado certo, realmente estávamos conseguindo que eu tomasse um banho o mais próximo da real sensação, maravilhosa após tanto tempo! Então peguei o sabonete e comecei a tentar me ensaboar, mas começaram a apresentar problemas, se mostrando uma tarefa dificultosa, então imediatamente minha mãe ofereceu a me ensaboar e não hesitei em aceitar, ainda muito distraído com a alegria de estar debaixo do chuveiro. Mas quando ela pegou o sabonete, percebi que talvez fosse demais forçar a disposição dela a também fazê-lo e disse para ela não ter este trabalho também, que já era demais tê-la ali, obrigada a me ver nu. Sem acreditar, eu vi ela sorriu e dizer que estava achando um delícia… Foi mais um momento de gelo na espinha que acabou em ereção, logo quando ela disse que para não ficar incomodado, ela resolvera também tomar banho.

Imediatamente ela apoiou meus braços nas paredes, se afastou um pouco e tirou o sutiã e logo depois a calcinha e ficou completamente nua na minha frente. Meu membro já estava rígido e pulsante. Ela sorrindo com os olhos nele e para meu desespero interno, ela disse: “Seu p***** é grandão meu filho, já mediu ele?”

Eu não sabia o que responder, faltavam palavras, mas constatar que realmente o volume da calcinha dela não eram pelos me deixou ainda mais afônico… era uma b****** enorme de inchada! Ela estava mesmo depilada e tinha uma coloração escura, bem como os m***** dela, escuros em s****** pequeno e caídos também. aquela visão fazia meu p***** babar cada vez mais e ao ouvir o comentário dela de que o meu p***** era um “p****zão” estava me deixando tremulo, mas não de medo e ao perceber ela ofegar levemente o olhando latejando, veio minha resposta das perguntas: “Tem 20cm!” E ela pegando sabonete, disse: “você mediu tem muito tempo, parece ter mais! Nunca vi um p**** grande tão lindo assim T****! Ele não é torto e nem muito grosso…” Então se virando com o sabonete me disse: “Vamos combinar assim, a gente toma banho junto, mas eu te ensaboou! Aí, depois você depois me ensaboa, ok?!” Só consegui acenar com a cabeça que sim e então ela emendou: “Se ele esbarrar em mim, não fique com vergonha, não vou me importar, até porque, deste tamanho Thiago, ele vai encostar e não tem problema!”

Ela começou a me ensaboar pelo pescoço e ombros, de maneira muito natural e segura, eu tremia um pouco, ela levantado suas mãos e mais uma vez comentando sobre minha altura em tom de brincadeira, dizendo que um homem alto não teria um “braço” pequeno (obviamente entendi que ele falava do meu p*****). Minha mãe ensaboava meu corpo todo do umbigo para cima e minha ereção não cedia, mas incrivelmente, não percebia excitação nela e fiquei confuso… ou não identificava e também comecei a sentir-me culpado por saber que eu aquela altura estava bem excitado, apesar de exaustivamente naqueles minutos tentando fugir com fracasso da sensação de tesão em que estava afundado.

Então minha mãe parou de me ensaboar e perguntou: “Thiago, posso lavar ele também ou vai ficar com vergonha de mim se eu tentar?”

Quando ouvi, petrifiquei! Não conseguiria responder, mas de uma maneira louca eu queria muito mais que aquilo e numa proporção tão insana que meu p***** não cedia. Só pude acenar positivamente com a cabeça e minha mãe desta vez com a feição séria pela primeira vez, e lábios mordidos, pegou meu p****** com uma das mãos e começou a me masturbar timidamente e apesar da loucura, admito ter sido a p***ta mais gostosa da minha vida! Foi inevitável não gemer! Quando soltei o gemido minha mãe ofegou desta vez forte, e com os olhos vidrados no meu p***** e de boca semiaberta.

Meu p****** estava com espuma e minha mãe logo jogou agua nele tirando-a com cuidado e ainda segurando-o e sem olhar e ainda ofegante me masturbou sem sabão com a mesma timidez e não sei o porquê, mas sem o sabão e espuma foi ainda mais delicioso!

Eu estava insano de tesão, mas imóvel, o único movimento era o da mão dela sobre meu p****** e então surgiu a pergunta mais clara de intenções até o momentos: “Eu posso chu*****? Você teria coragem?”

Olhei para o rosto dela, vi um semblante afoito, sério e sua mão não se impedia no movimento tímido de masturbação em mim e respondi com um tímido: “sim!” Ela então se mostrou com movimentos ansiosos ao desligar o chuveiro e perguntou se não seria melhor irmos para minha cama (ela tinha medo de eu perder o equilíbrio e tentar forçar a perna fraturada) e eu topei imediatamente. Deitei na cama ainda pelado e de p***** ereto, todo molhado e ela também e foi no banheiro pegar as toalhas dizendo ser melhor nos enxugar-nos. Foi o que ela fez ao voltar em segundos: primeiro se enxugou e logo após começou a me enxugar e eu fui me ajeitando o mais confortável possível sobre a cama e lembrando agora ao escrever, não pensava em nada naquele momento, só me recordo da vontade de comer aquela b****** carnuda, era como se minha razão estivesse desligada, eu não tirava os olhos da p******** dela.

Depois de me enxugar, ela jogou à tolha de lado e então rolou… [removido moderação]

Comecei uma luta interna, mas não moral. Ela ergueu-se e voltou-se com o corpo contra mim subindo e subindo em direção a minha boca, num momento de excitação, que ao meu ver fora o mais forte: um profundo beijo na boca! Muita língua, profunda e ardente! Apesar de todo remorso que sinto de tudo, só de lembrar, literalmente “melo a cue**”. Foi um beijo sexual de tesão puro, o ápice daquela excitação.

Nossos corpos se roçando, beijávamos profundamente, língua pura e os dois corpos sentindo-se com os sexos úmidos esfregando-os, …Não tinha um pensamento, só desejo e não considerei por um segundo que era minha própria mãe!

Eu estava louco e ela também, Tive o orgasmo mais forte da minha vida!

Não foi somente o orgasmo mais forte que tive nos meus 26 anos, foi o orgasmo mais longo e o maior volume de ejaculação, aquele deve ter durado uns 15 segundos!

Os minutos que se seguiram, os próximos que seguiram aquela experiência fora terríveis! Nos olhamos pouco após a sensação do meu orgasmo acabar e não aconteceu como nos contos inventados. Não segui-se beijos carinhosos e um segredo divertido. O que aconteceu foi tenebroso, porque nos percebemos naquela situação imediatamente e depois de nos olharmos no rosto rapidamente, desviamos os olhares e ela levantou rápido dizendo que iria pegar a tolha (para me limpar) e voltando a mim com a toalha me limpou evitando gestos diretos e não olhando para meu corpo, quando deixou a tolha e sai rapidamente para seu quarto e então minha ficha caiu mesmo! Eu quis morrer naquele momento, senti vontade de vomitar! Mas tudo foi substituído por um nó na garganta e um choro calado, e mesmo com o gesso, me levantei, fiz uma mochila para mim, me vesti e deixei um bilhete pedindo perdão, assumindo a culpa e avisando que estava indo passar um tempo na casa da minha avó.

Sinceramente não sei o que fazer, não nos falamos desde então! Não sei se volto para casa e finjo que nada aconteceu, ou se volto e tenho uma conversa franca. Na verdade nem sei quais serão as reações da minha mãe, minha avó disse que parecia muito bem quando foi a nossa casa (minha mãe mentiu para minha avó dizendo que nos falávamos com frequência no telefone). Uma duas vezes pensei em me matar, seriamente, principalmente uma vez estes dias que me peguei quase me masturbando, bem excitado lembrando. Queria conversar com alguém que já viveu esta experiência de verdade, como eu, talvez uma opinião de uma mãe que já teve uma experiência assim com o filho, me ajudaria a saber como agir com minha mãe.

 

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117 Comentários

  • Oi sou Felipe 37 anos, sempre fui apaixonado por coroas. Minha mãe nunca tive chance, mas com amigas dela sim. Sou sem frescura na cama, chupo a buceta, lambidinha no cuzinho, beijo na boca, sou bonito de rosto, ombros largos, sou de São Paulo, se tiver alguma mãe, coroa, que queira sexo sem compromisso, mas sempre com segurança e respeito, pois saúde é tudo. Não sou um pervertido, nem nada, apenas um amante do sexo seguro. Meu celular é – Grande abraço a todas. E Bj

  • Eu já transei com meu sobrinho e meu afilhado

  • Muito excitante, estou vivendo uma situação de incesto tbm.
    minha namorada tem 2 filhos e um deles mora com ela.
    mostrei pra ela alguns contos relacionado ao tema e ela gostou, começamos a fazer coisas pra seduzir o filho dela. Ate q semana passada ela disse pra ele q tomou remédio para dormir e ele acabou se aproveitando dela.
    estamos muitos excitados com o fato. gostaríamos de trocar experiencias.

  • parceiro, caso complicado ein, mais não procure casos semelhantes ao seu, senão vai acabar achando isso normal, procure um padre, converse com ele e peça o perdão. Em seguida acredito que ele vai te recomendar de voltar pra casa para conversar com sua mãe e viverem uma vida normal, em palavras parece muito fácil né? rsrs mais sozinho não vai conseguir, o demônio vai continuar colocando na sua cabeça essa culpa ate ele conseguir com que vc tire a sua própria vida, não permita que isso aconteça. Coloque em oração, procure um Grupo de Oração da RCC da Igreja católica e peça aos intercessores que rezem por vc..
    Deus te abençoe.

  • Ja comi minha sobrinha nada demais minha mae so nao sabe to pensando em comer ela dinovo

  • Cuidado pra não transar com tua avó também. kkkk