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4 Comentários

  • Você tá carente! Quando acabar seu tratamento com ele, isso passa. E melhor se afastar dele o mais rápido possível, se não, seu sofrimento não vai acabar nunca. “O que olhos não vêem, o coração não sente”.

  • Olá! Estava a pesquisar assuntos referentes a psicologia e acabei por encontrar teu texto, deparando-me com esse site até então desconhecido. Entretanto, não quero falar sobre o site ou tampouco sobre minhas pesquisas fúteis. Quero falar sobre como o teu texto cativou a minha atenção. Não sei, ao certo, descrever o que especificamente. No entanto, suponho que tenha sido a maneira como foi relatado o fato. Junto com a ideia “não comum” da tensão entre ambos, profissional e paciente. Ademais, a não idealização feita por ti ao profissional, fez-me gostar ainda mais da história. Assim, fugindo do velho clichê da idealização. Ao término da leitura, fiquei por desejar ler mais sobre. Por favor, não pense que estou a caçoar. Eu leria com prazer uma edição fictícia dessa história. Já pensaste em explorar esse acontecimento no aspecto literário, escrever um livro? Enfim, teu texto foi de meu agrado. Boa sorte na situação relatada.

    • Olá, inicialmente,não pensei que minha história havia sido publicada. Estou confusa demais para planejar um obra literária sobre minha vida que desanda. Mas vamos lá, vou te atualizar nos comentários.
      Após esse texto, resolvi conversar com ele sobre a troca de profissional, afinal, ele ainda é meu psicologo, recebi um comentário profissionalmente falando que tenho medo de toda relação que começa a se aprofundar (eu estaria fugindo, então?) eu desisti de procurar outro profissional, saindo de lá meio transtornada, ele disse que eu estava indo bem, foi espontânea minha reação corporal de reprovação, pelo menos, acho que falei tchau.
      A terapia segue, quase desanda.
      Após esses dias eu me acalmei, são quase fases em que ele não me deixa sair disso. É como se minha percepção ficasse alterada a cada vez que entrasse naquela sala, também, é como se fossemos um espelho um do outro, duas pessoas andando em círculos por uma sala, a cada ação, há sempre uma reação. Às vezes, imagino que estaria ele escorregando em todas as teorias e obrigações éticas da psicologia e eu, bom, eu ainda sou a paciente/cliente que teria o direito de expressar qualquer coisa que sente.

      Como toda tempestade, a calmaria também passa e estamos falando de paixão (?), a calmaria sempre dura muito pouco quando se trata disso. Eu o encontrei por acaso em um lugar público ( enquanto escrevo isso, tenho medo dos detalhes, eles falam demais), estava eu, acompanhada do meu namorado e ele sozinho (?) provavelmente. Eu só pensei em como não queria encontrá-lo com ninguém, às vezes, me dá uma inveja da pessoa que tem a permissão de conhecer quem é ele, de caminhar junto, de poder ver como é de perto ele existindo ( quanto romantismo, não?), é algo estranho mesmo, essa curiosidade. Enfim, me transtornou e ele conseguiu piorar a situação. Não entendi o que aconteceu, acho que ele imaginou que eu estava sozinha, minutos depois de encontrá-lo, ele me encontrou, eu estava parada e quando olhei pra trás, lá estava ele vindo na minha direção e parou por um momento quando o vi, aí ele viu meu namorado e desistiu. Veja, eu tenho certeza do que ele estava fazendo, só não entendo o pq, não falamos sobre isso na sessão, eu não consegui. Pelo menos, eu não caí da escada dessa vez.