Confissões marcadas com a Tag: Conforto

A morte de mim

Sempre fui dona de mim. De personalidade forte, carisma e muitas habilidades, comecei a trabalhar cedo, casei cedo, saí de casa cedo. Conquistava amizades, amores, chefes e podia fazer o que quisesse que eu me daria bem. Hoje eu estou velha, feia, triste. Minhas mãos machucadas e as unhas não estão feitas. Meus olhos são lacrimosos e eu não alcanço mais êxito algum. Deixei de acompanhar os assuntos que gostava; larguei da profissão, deixei de fazer amigos – aquela personalidade…